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Instituto Português de Oncologia de Coimbra

O Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil, E.P.E. (IPOCFG, E.P.E.) é uma unidade hospitalar que integra a rede de prestação de cuidados de saúde do Serviço Nacional de Saúde e a plataforma de tipo A da rede de referenciação hospitalar de oncologia, o que lhe atribui responsabilidades de topo no diagnóstico e tratamento da doença oncológica em toda a Região Centro, com uma população estimada de dois milhões de habitantes.

A publicação do Decreto-Lei n.º 93/2005, de 7 de Junho, procedeu à transformação do estatuto jurídico da instituição que passou a revestir a natureza de entidade pública empresarial (E.P.E.), em substituição do anterior estatuto que lhe conferia a natureza de sociedade anónima (S.A.). O Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro, aprovou os correspondentes estatutos e efectivou aquela transformação a partir de 31 de Dezembro de 2005.

O IPOCFG, E.P.E. dispõe de uma lotação de 231 camas, na qual se inclui o “Hotel” para doentes, estrutura inovadora no panorama de prestação de cuidados de saúde em Portugal.

A posição de topo da instituição na cadeia de referenciação hospitalar em oncologia, confere-lhe uma assinalável concentração de diferenciados meios tecnológicos e humanos. Actualmente, conta com cerca de 900 colaboradores.

Centro Hospitalar do Baixo Vouga

Em 1899 é adquirido por três contos de reis o terreno e no dia 15 de Outubro de 1901 é lançada a 1ª pedra para a construção do novo hospital. As obras concluem-se em finais de 1915, embora já em 1914 tenham sido recibidos os primeiros doentes.

Hospital Distrital da Figueira da Foz, E.P.E.

A história do Hospital da Figueira da Foz remonta a 1839, onde a primeira unidade de tratamentos surgiu integrada na Santa Casa da Misericórdia fundada em 05 de Dezembro.

Centro Hospitalar de Tondela - Viseu

O primeiro Hospital de Viseu foi o Hospital das Chagas, pertencente à Misericórdia, actual edifício da Polícia de Segurança Pública, instituído entre 1565 / 1585 (?) por Gerónimo Braga e sua mulher Isabel de Almeida, junto da igreja de S. Martinho ( extinta), para nele se tratarem os doentes que não excedessem os três meses de curativo. A sustentação dos doentes ficava a cargo da Santa Casa, assim como a sua admissão.